29/01/2012

É só isto e nada mais

É triste? É. Faz contraste com a paz que aqui por baixo ficou. Mas neste dia de 1845 foi publicado, pela primeira vez, no New York Evening Mirror, o poema The Raven.
Edgar Allan Poe, o escritor entre a lucidez e a loucura.
Aqui fica a mestria da tradução de Fernando Pessoa. Com olhos de reparar vale a pena...

"Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,
Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,
E já quase adormecia, ouvi o que parecia
O som de alguém que batia levemente a meus umbrais
"Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais.
É só isso e nada mais."

Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,
E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada
P'ra esquecer (em vão) a amada, hoje entre hostes celestiais -
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,
Mas sem nome que jamais !

Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo
Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais !
Mas, a mim mesmo infundindo força, eu ia repetindo,
"É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;
Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.
É só isso e nada mais".

E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,
"Senhor", eu disse, "ou senhora, decerto me desculpais;
Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,
Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,
Que mal ouvi..." E abri largos, franquendo-os, meus umbrais.
Noite, noite e nada mais.

A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,
Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.
Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.
Isto só e nada mais.

Para dentro estão volvendo, toda a alma em mim ardendo,
Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.
"Por certo", disse eu, àquela bulha é na minha janela.
Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais."
Meu coração se distraia pesquisando estes sinais.
"É o vento, e nada mais."

Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.
Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,
Mas com ar solene e lento pousou sobre meus umbrais,
Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais
Foi, pousou, e nada mais.

E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura
Com o solene decoro de seus ares rituais.
"Tens o aspecto tosquiado", disse eu, "Mas de nobre e ousado,
Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!
Dize-me qual o teu nome lá das trevas infernais."
Disse-me o corvo, "Nunca mais".

Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,
Inda que pouco sentido tivessem palavras tais.
Mas deve ser concedido que ninguém terá havido
Que uma ave tenha tido pousada nos seus umbrais,
Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,
Com o nome "Nunca mais".

Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,
Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.
Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento
Perdido, murmurei lento, "Amigo, sonhos - mortais
Todos - todos lá se foram. Amanhã também te vais".
Disse o corvo, "Nunca mais".

A alma súbito movida por frase tão bem cabida,
"Por certo", disse eu, "são estas vozes usuais.
Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono
Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais,
E o bordão de desesp'rança de seu canto cheio de ais
Era este "Nunca mais".

Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,
Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;
E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira
Que qu'ria esta ave agoureira dos maus tempos ancestrais,
Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais
Com aquele "Nunca mais".

Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo
À ave que na minha alma cravava os olhos fatais,
isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando
No veludo onda a luz punha vagas sombras desiguais,
Naquele veludo onde ela, entre as sombras desiguais,
Reclinar-se-á nunca mais!

Fez-me então o ar mais denso, como cheio dum incenso
Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.
"Maldito!", a mim disse, "deu-te Deus, por anjos concedeu-te
O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,
O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais"
Disse o corvo, "Nunca mais".

"Profeta", disse eu, "profeta - ou demónio ou ave preta!
Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais,
Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida
Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".

"Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!", eu disse. "Parte!
Torna à noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!
Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!
Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".

E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.
Seu olhar tem a medonha dor de um demónio que sonha,
E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão mais e mais,
E a minh'alma dessa sobra, que no chão há mais e mais,
Libertar-se-á... nunca mais!"

23/01/2012

20/01/2012

Só estrelas no céu

A música diz que não e que fazem falta para dourar o caminho.
Pena que algumas sigam essa estrada tão cedo.
É que infelizmente cada vez mais as há. No céu.

Coisas

P'a que serve a mulher do panado?
P'anada...

09/01/2012

Saramago, o Iluminado

"Sempre chegamos ao sítio aonde nos esperam."
Bem-vindo 2012!

27/12/2011

O mundo encantado

Tudo são florinhas e passarinhos, daqueles que aguentam qualquer temperatura.
Aceita um conselho, totalmente oferecido. Não te esqueças de fazer por o merecer... Que de facto it takes two to tango.

26/12/2011

O instante que apaga o sereno do céu


Cada vez mais tenho certezas e menos m'engano no que toca a melodias.
J.P. Simões és único.

24/12/2011

Loud and clear, as coisas simples como elas são!

Deixemo-nos de pretéritos imperfeitos e almejemos pela conjugação presente e futura fazendo com que esta época ultrapasse qualquer calendário e não fique cingida a 24 horas, mas que perdure sempre!

Boas festas, sem calendário!

20/12/2011

15/12/2011

D'Alma

Custa. São muitas páginas e a leitura não é agradável.
Tem um misto de vergonha alheia e descrédito. Principalmente em valores, aqueles em que acreditamos.
O encantamento e a vontade de continuar a acreditar não terminou. E este burgo é uma aldeia feliz! É mesmo assim.

11/12/2011

As coisas como elas são mesmo que não gostemos

Inir, as FAQ's, essas esquecidas, estão no ponto.

Desculpa Optimus

Mas os nossos criativos merecem. Seja qual for o barco que puxam.
O que interessa é que o saibam puxar e continuem em alta. Como em tudo, clubites de parte!


09/12/2011

You've been warned!


02/12/2011

Por isto eu cerro os olhos com força

Não só mas também.

30/11/2011

Mais, sempre mais do que a nossa vista alcança


"Vamos tramando este alboroto con la fuerza de los vientos, la danza de los mares, el calor de la ternura y el sabor del poco a poco... Aumentando el sentimento, amor forjado a fuego lento...".

29/11/2011

A reter

Inimputável, quem não pode ser responsabilizado por um facto punível, por não ter as faculdades mentais e a liberdade necessárias para avaliar o acto quando o praticou.

Mais do que a nossa vista alcança

Não é um piqueno livro e muito menos o Código de Trabalho. "Mas é Jobs, oh ironia..."
Em altura de grandes e profundas mudanças, nos meus e em mim, onde a palavra de ordem é sossegar o espírito desordenado, nada mais sublime que receber estas pequenas serenidades.
Porque talvez a consciência perdure... Obrigada.
E em paz imergimos.

28/11/2011

"... M'espanto às vezes, outras m'avergonho..."

Tendo em conta as voltas do correio, cada vez menos, é certo...

Violação: Constituição e memorando da Troika. Ah, é o Mix, pá!

26/11/2011

Profícuas arrumações no Reino

Nem só de backup's vive a nossa história. Mas é um passo gigante de ajuda em tornar a encontrar aquilo que nunca perdemos. Marcas que embevecem, só de olhar e ler determinados momentos. Ah pois, porque até esses podem ser lidos...

Em 2004 o espírito já era assim, todos diferentes mas juntos numa causa maior e denominador comum.

Estamos em 2011, a caminho de um novo ano.
As pessoas cresceram e outras merecidamente descansam deste trabalho por amor a uma camisola. E força? Essa continua a mesma!



Alves dos Santos, PL, Osório de Castro, Quintas e Monteiro da Rocha.



PL, Quintas e Guilherme Figueiredo


25/11/2011

Trigo limpo mas nem sempre farinha amparo

Olhos de reparar e ouvidos de escutar

22/11/2011

Don't grumble, give a whistle

A esta hora estaremos naqueles momentos em que só podemos pensar nas melodias e trautear em pensamento. Saravah Grande Arquitecto, que não nos deixes ficar mal!

Verdades absolutas

Temos certezas - cada vez mais - que é nos momentos marcantes da nossa vida que procuramos os que mais queremos.
E são eles os nossos alicerces, aqueles que nos aguentam e dão força. Com e das formas mais simples. Sem imaginar que o fazem, a imensidão está mesmo aí.

21/11/2011

Y no permitir que me coman el coco

Aconselha a experiência "não ofereças a única coisa que podes vender!"
Que as borlas sejam com conta peso e medida.
É que cada vez mais o não há almoços grátis é uma certeza de Honrosas excepções.

18/11/2011

Superlativos

Perceber que não és capaz de dar tudo a quem tudo te deu é um passo de gigante por muito que nos doa. Mas é a vida. Irra para o chavão.

Tal qual como tratar do barbeiro que vai a casa. Não é um luxo, é um mínimo que pode ser feito. Do pé para a mão são máximos.

13/11/2011

As coisas como elas são mesmo que não gostemos

Razoes de força maior não permitiram que estivesse fisicamente presente no Congresso dos Advogados Portugueses estes dias. O VII.

Mas estive em pensamento e fui bombardeada - como todos! - com notícias dispares.

Temos a vantagem, todos têm só mesmo quem o não quer, de conseguir efectuar uma "triagem" sem cores ao que vem nos jornais e passa em tempo de antena nas Tv's.

Tendo Colegas que estão presentes, acredito que por aqui todos também os terão, o nevoeiro e as deturpações ao que se lê e ouve é drasticamente reduzido.

Por isso, quem tem possibilidade - viva a internet! -, peço que leiam com olhos de reparar, o discurso da Ministra da Justiça, antes de desatar a disparar em todos os sentidos, sob pena de, ao fazer esse disparo, acertarem em todos. Nos maus, bons e os assim assim.

Não tem bonequinhos, são muitas páginas, mas valem cada linha.

03/11/2011

A reter

Sem tirar e sempre a aumentar.

Resiliência 
(inglês resilience) 
substantivo feminino
1. [Física]  Propriedade de um corpo de recuperar a sua forma original após sofrer choque ou deformação.
2. [Figurado]  Capacidade de superar, de recuperar de adversidades.

02/11/2011

A todo o custo

Contra ventos e marés, alô alô Mrs. Calém, é público e notório que devoro a TêÉseÉfe.
Os três minutos do Pensamento cruzado são, talvez, os mais completos e profícuos. De forma simples e concisa, como todos gostamos mas nem sempre admitimos, dão sentido a esta estrada do caminho.
Hoje parei na Lealdade.
Nem de propósito que há coisas do caraças.
Se não têm o hábito ou possibilidade, recomendo. Minutos de uma vida é o que são.

Por isso eu cerro os olhos com força

31/10/2011

O lugar onde o arco-íris se deita

A carta tardava mas hoje foi dia.
Antes de todos os Santos houve novidades na volta do correio.
Das boas, assim esperamos e queremos.
16 de Novembro está quase a chegar. E a seguir 22. That's the plan!
Valente e fortíssima. Assim será.

Respect! Em todos os sentidos

28/10/2011

23/10/2011

Não só mas também

Que o que nos liga não é só a Optimus.


Top, uma vez mais.

18/10/2011

O prenúncio d'Outono

Não fosse inqualificável de degradante, até estaria bem-disposta. Um dia carregado de labuta, daquela que pesa bem mais que qualquer euro a que um simples obrigada basta.

Comecemos pelo degradante "haja vergonha!".
Como todos os manuais ensinam, desde o doutorado ao self-made man, o apoio judiciário é um direito que a todos assiste. Em maior ou menor grau de indigência, sim, que o tempo em que o famoso toca-a-pedir-que-é-concedido-e-qualquer-dia-até-o-Belmiro-de-Azevedo-o-pede, terminou. Agora é ao Cartão de Crédito da Justiça que há direito, com cálculos matemáticos, injustos, aplicados aos elementos que compõem um qualquer agregado familiar.

A Delegação de Vila Nova de Gaia da Ordem dos Advogados tem as suas instalações no Tribunal Judicial da Comarca. A "casa" dos Advogados o mais das vezes e quase sempre é a casa de todos. Já para não mencionar o cidadão que a ela recorre depois ou antes de sair da audiência, o auge está na quantidade colossal - é o adjectivo moderno - dos que para cá são recambiados pelos serviços da Segurança Social. Sim, a entidade que, de forma informática, nomeia e concede Advogado a quem o requer.

A Segurança Social cá no burgo está situada em plena Avenida é vizinha do Centro de Emprego. Prima do Tribunal e da Ordem? Nem por isso, sendo certo que tudo é perto, mas nem por isso com relações de parentesco tão direitas. A Avenida sobe e desce e tem trânsito a sério.

Para o comum cidadão que aqui entra recambiado pelos funcionários da S.S. a razão é só uma. O preenchimento do formulário para depois ser entregue no ponto de partida. É certo que os funcionários da SS existem para isso. É certo que o podem fazer. Certo é que quase nunca o fazem e quando o fazem é de forma errada que preenchem o campo jurídico com a indicação da pretensão do requerente.

Mas hoje, enviarem a O., requerente que se deslocava na cadeira de rodas fruto da deficiência motora que tem, para preencher o mesmo onde o mais "difícil" seria a pretensão (requerer pensão de alimentos para os filhos menores, coisa difíííííííííííícil!) para então entregar na Segurança Social, é inqualificavelmente degradante e vergonhoso. Acompanhada por uma amiga, regressaram para casa, que esta casa teve alma causídica atenta que levou a carta a Garcia e entregou o requerimento em nome da requerente.

Parece filme? Não é, não foi. É o pão nosso de cada dia, pá!

O auge do inqualificável incompetente é o serviço dos CTT. Sim, aquele que é top e de excelência.
Notificações feitas para a mesma morada da mesma pessoa sempre recebidas. Sem dificuldade. Nestas últimas semanas, a notificação vital para que um direito seja exercido passaram de "morada incompleta e/ou inexistente" para "receptáculo inacessível".
Rapidez de construção é isto. Uma casa de betão, vigas e lajes feita em 3 semanas...
Nem as de madeira balsa são tão rápidas. É o que é!

17/10/2011

Tiradentes, o mártir



Graças a este porta-moedas com divisórias percebi que a moeda, recebida num qualquer troco, não é usada. Também cá. Custava a sair... Noto agora que também custou a entrar!
Pois claro, 5 centavos brasileiros que valeram, sem o ser, 0,05€.
Com um dedo ensanguentado, coincidências tramadas, a malta percebeu!

Can you tell which one is real?


Ilusões? Diz que sem elas continuamos a existir mas deixamos de viver...
Parabéns e obrigada Luís de Matos pela mestria que tens e tão bem usas em não deixar que isso aconteça!

01/10/2011

Quando a alma fica farta e não se enfarta

Coisas pequeninas, mínimas as que ficam para sempre.
Estes momentos sublimes, de encanto e ternura - os que fazem algo por nós - são eternos.
Os teus "patum" ficaram algures em Bruges. Só as fotografias não se perderam.
Kika, temos de nos centrar na parte da tia-avó... Patum, é muito mais simples!

28/09/2011

Ronca? Atirem-me A luz!


"O farol de Aveiro ou farol da Barra é o maior farol de Portugal.
Fica localizado na praia da Barra, cidade da Gafanha da Nazaré, concelho de Ílhavo, distrito de Aveiro.
Foi, à data da sua construção, o sexto maior do mundo em alvenaria de pedra, continuando a ser actualmente o segundo maior da Península Ibérica, estando incluído nos 26 maiores do mundo.
É uma torre troncónica com faixas brancas e vermelhas e edifícios anexos.

Construído entre 1885 – 1893, foi projectado por um autodidacta que levou na maré os onze engenheiros que apresentaram plantas e maquetas. O farol da Barra, custou na altura, a quantia de 51 contos aos cofres do estado.
A escadaria é composta por dois sectores: o primeiro, com 271 degraus, é uma escada em pedra, em forma de caracol; o segundo, é uma escada metálica, com 20 degraus (actualmente com elevador).

A sua inauguração foi levada a cabo por Bernardino Machado em 1893, então ministro das Obras Públicas, quando este visitou demoradamente a região.

Esta notável obra do século passado, erguida à entrada da barra, passou a velar pela segurança da navegação que até aí não dispunha de um ponto de orientação. Sem o farol, as embarcações da época eram frequentemente atraídas para terra, devido à ilusão de afastamento, provocada por uma porção de costa muito plana com as primeiras elevações a grande distância do mar.

A principal fonte luminosa era obtida por incandescência do vapor do petróleo.
Só em 1950 o sistema iluminante passou a ser alimentado a energia eléctrica.

A principal componente do farol é a potente lâmpada, que projecta um feixe luminoso visível a 22 milhas náuticas de distância (cerca de 40 quilómetros)."

A Francisca, princesa Flor versão boneca Michelin da mais fina porcelena foi oficialmente apresentada. Olecas! São 271 degraus, até onde a vista alcança...