Mostrar mensagens com a etiqueta Administração Regional de Saúde do Norte. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Administração Regional de Saúde do Norte. Mostrar todas as mensagens

03/09/2011

Das ervas babosas com vales tão estendidos

Um cateter que por força deste mundo me acompanhará até amanhã - Saravah! - foi hoje seriamente protegido e mudado para outro lado, pela enf. e médica.
Protecção melhor é impossível, diz a própria e a fotografia que acompanha.

Não, não coloco o de ontem, que nós por cá tentamos, seriamente, não invadir o meu espaço aberto ao mundo com desgraças.
Já basta as de todos, verdade?

O caminho faz-se todos os dias.
Acreditem que aqueles que pululam por aí a bradar que já o têm feito, estão genuinamente enganados e vivem na mentira.
Podem ter a certeza. É das únicas a que me agarro.


Em suma a minha alegria é que até sol foi possível apanhar. Tenho ou não motivo de orgulho na equipa do HGSA?
Tenho, pois!
E amanhã, saúdinha da boa e felicidades.

271 degraus... Até onde a vista alcança

Para que conste, que estou na contagem do 10 ao 1 e passei de 8 para 4 - é a rapidez, é a rapidez - ouço as notícias da saúde e cada vez mais tenho a firme certeza que o HGSA é enorme. Em todos os sentidos.
Mas não me esqueço que nem todos podem e mesmo que possam não conseguem, ser assim. Está mal. 

30/07/2010

O tempo do retorno

"(...) É mesmo verdade Patrícia, nós só damos valor às pessoas, às nossas coisas quando estamos cá, quando chegamos aqui. Mas como tu dizes, o que interessa é que damos, não é?" (...)
É pois! E depressa fora daqui, que temos de ir a Alvarenga.

17/10/2009

Do dia

cãibra, s. f.
(origem controversa, talvez do germânico kramp, gancho)
s. f.
Contracção dolorosa do tecido muscular.

Depois de acordar às 7 da manhã com uma cãibra inqualificável e uma dor lancinante em toda a perna esquerda, abençoado Enfermeiro Herculano que me recebeu ao fim da manhã e tem umas mãos que fazem maravilhas, já andamos e quase sem mancar. Uma vitória, portanto.
Não fora a dor e a necessidade, ah pois que a necessidade tudo faz e permite, tinha corrigido a senhora que atendeu o telefone quando liguei para o posto. "Ficamos a aguardar, D.ª Souzinha". Lousinha, é Lousinha, de lousa, como aqueles quadros negros. "Ah pois, ora bem, Lousinha, l-o-u-z-i-n-h-a". Sim, como tu queiras, amor.
Se eu dizia ardósia era mesmo complicado...

20/11/2007

Abominável Mundo Novo

Mais de doze horas passadas numa urgência de hospital, no "novo"
Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, fazem-me dizer mal das evoluções, das obras, das ampliações e da falta de pessoal nos mesmos. Auxiliares, administrativos, enfermeiros e médicos incluídos.

Principalmente quando somos nós que temos de socorrer o doente e ajudá-lo a entrar nos gabinetes e salas de exames e a fazer aquilo que não é a nós, utentes, que compete.
E fazem-me voltar a pensar que a frase "o serviço público de saúde é uma lástima", eu que tinha deixado de pensar que assim era, volta a ter razão de ser.
Se a isto for somado um dia de chuva sem parar e urgências que teimam em existir em "contentores", temporariamente dizem, "isto é temporário", só temos mesmo vontade de mandar tudo à fava e deixar de acreditar no "um dia isto melhora".
Só consigo mesmo ter esperança nos Bombeiros Voluntários de Coimbrões.