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14/07/2013

Para sempre

"Que vais fazer quando eu fechar os olhos?
Também eu fecho os meus. Ao teu lado."

Amor é isto. Incondicional. Com todos os altos e baixos que o caminho deu. 
Obrigada pais.

18/06/2013

Morreu Saramago e pouco passava do meio-dia

A minha relação com Saramago é a mais genuína que pode existir. 
Não nascemos a gostar, aprendemos a fazê-lo. 

Levei anos, sim, foram anos para continuar a ler o Ensaio sobre a Cegueira que iniciei mal foi publicado. Mas a leitura, a minha leitura, não fluía e muito menos acompanhava aquele maralhal de palavras órfãs de pontuação, frases curtas, claras e concisas. Fruto da minha eterna teimosia, quando a peça estreou no S. João pel'O Bando fui ver o que terminou madrugada alta com a leitura desde sempre deixada nas primeiras páginas. Devoro leitura, mas nem sempre com a avidez com que deveria, que nem tudo tem bonecos ou frases fáceis cor-de-rosinha. O mais das vezes a preto&branco, o início de tudo, é a cor que as acompanha. 
Aprendi a gostar de Saramago e voltarei ao antigo, a Todos os Nomes e ao Ano da morte de Ricardo Reis. Bem como ao início, com a Terra do Pecado que afinal nem sequer é vermelha... 

Num imenso mundo de if's e aparências, cada vez mais tenho a certeza que já somos cegos no momento em que cegámos, tal qual a alegoria da caverna. 
Saramago não foi o responsável por trazer a luz e muito menos encarreirar a pontuação algures perdida. Mas a nitidez, uma outra nitidez que não sei descrever mas de que gosto muito, assim para bastante, foi trazida com a sua escrita. Quer queiramos ou não, eterna. E é bem verdade, Se podes olhar vê. Se podes ver, repara. 

"Hoje eu estou aqui e amanhã não estarei. É o que tem de chato."

2010, um ano que levou o que tanto me ofereceu.

20/02/2013

Uma vida. Fix you, sempre!

"A gente vive na mentira, já nem dá conta do que sente, Antes sozinha toda a vida que ter um coração que mente." O amor não é assim tão easy como nos embala a música, mas é o princípio, o meio e um dia será o fim de uma história. Depois de 4 anos e 3 meses de namoro, os Pais deram o nó e hoje celebram a data oficial de casamento. Cinquenta e nove anos. Parabéns e obrigada! Também pela lição de vida, porque nem tudo são margaridas.

12/01/2013

Sleep in peace when day is done



I know you know what I mean

22/11/2012

Não de sempre, mas para sempre

Faz hoje um ano que iniciei uma nova etapa. Deste caminho que é a vida e que se faz caminhando. Em todos os sentidos. Já o sabia, porque aprendi e senti na pele, a não desistir. Resistir e acreditar, sempre! E por favor, se tem de ser dado um grito e um abraço apertado, façam-no. Que o eterno "depois" e o falso imaculado da promessa "um dia" num ápice e sem aviso prévio pode ser extemporâneo. Acreditem que esse vazio não passa mais.

20/11/2012

Cause every now and then, the stars align.

Há uma linha ténue, cada vez menos perceptível, se alguma vez a percepção conseguiu ser trigo limpo farinha amparo, que nos apresente o branco do preto sem margem para dúvidas em todas as fases e etapas da vida. Mas há. E é essa linha de fino traço, quase esbatido, que mal se vê, que me prende e segura. Todos os dias. Mesmo que de um momento para o outro, sem aviso ou sussurro, eu seja a Augusta que tem mais um irmão. O Zé, que nunca existiu. Só na tua cabeça eles existem. E eu sei que há momentos em que a linha vai. Mas volta. E ambos sabemos que ela sempre existiu. E que lá está. E é recordada. Porque ela volta. Nem que seja aos poucos. Nem que seja por momentos. Breves. Mas volta.

18/11/2012

Fado desfadado

A andorinha, por voltar quase sempre ao mesmo local onde fez o ninho e por possuir um único parceiro ao longo da vida, simboliza valores como a família, o lar, o amor, a amizade. Vários substantivos, um denominador comum. A fidelidade. Contrariando as regras da sensatez com o nunca voltes ao lugar onde já foste feliz, a andorinha é a simplicidade que voando nos faz lembrar de não esquecer. A lealdade.

14/08/2012

Tempus glamorous magnolia

Não tenho assim muitos anos, sendo que não preciso de os ter para conhecer muita coisa. E viver com muita falta de tudo. Até dos básicos saberes.
Tenho 37, os bastantes e suficientes e uma necessidade crescente de saber mais.
Uma família numerosa e eclética - em todos os sentidos - dá-me, também, uma noção alargada de quase tudo.
A isso juntemos a minha profissão. Mesmo que o não quisesse vejo muita coisa. E vou sabendo de muito mais. É um facto.

Quanto mais não fora porque a própria vida e a dos que me rodeiam tem momentos e etapas sacanas. Sinto na pele. É assim, desde que o mundo é mundo e cá vamos seguindo, com pouco tempo para queixumes porque não gostamos mesmo disso. Em suma, sou um potencial Relvas em franca expansão. Sem querer diplomas, sou obrigada a saber do que "não é a minha praia".

Pese embora os 37, sou do tempo Optalidon, tomado para tudo e mais alguma coisa. E das gotas milagreiras, de sua graça Cholagutt acompanhadas dos eternos Sais de Frutos de antanho, que a Da Fátima tomava quando tinha dores de cabeça insuportáveis. Prenúncio de uma figadeira valente, é o que é. E resultava. Resulta.
Dr. Armando Tavares, talvez O médico que já cá não está, mas bem falta faz.
Acompanhou tudo.
Desde a meningite bacteriológica de antigamente da I, ao sarampo sarampelo que sete vezes veio ao pêlo da C, ao sopro do P e até o meu gosto de beber lixívia.
A falta que nos fazes, é o que é.

Nunca teria sofrido o que sofri até ter tirado a vesícula. Sim, sintomas não os havia, para além de dor de estômago, tipo sensação de ter comido pedras e dor de coluna, perfeitamente compreensível para quem carrega pesos a sério para todo o lado... Uma gastrite vírica, era o que o médico dizia, "vai ver que vai ao sítio com líquidos, sopinha e comidinha de doentinho. Os seus exames (ao sangue, pois!) estão todos normais com as vitaminas todas no sítio e a parte hepática e renal a 100%. Se daqui a umas semanas continuar assim, venha cá e preparada, vamos fazer uma endóscopia..."

Não fui. Uma semana bastou. Enchi-me de coragem e com o estômago preparado de força e ar segui para a Prelada. Ao que vens Patrícia, perguntou o Luís, que sabia deste meu sofrimento. Dá-se a coincidência que me conhece desde fralda. Sem o saber será um Armando Tavares dos tempos modernos. Endóscopia! Pedi quase em súplica (sem exageros, mas não imaginam mesmo as dores que são), que não aguento. As dores são tantas que tomo Lexotan para ter sono e dormir. O Buscopan que o médico receitou nada me faz. E só como comida de doentinho. Relatei tudo, uma vez mais... "Endóscopia ainda não. Uma ecografia abdominal", foi o que ele disse. Mais: "quase tenho a certeza que isso é vesícula."

Foi suficiente. As coisas como elas são. A minha vesícula estava ocupada em 95% por uma pedra. Stresses vesiculares? Fiquem a saber que são assintomáticos e como em quase tudo podem revestir a forma de outras maleitas. Sem o ser. Eu, que nunca soube o que é azia, afrontamento, má digestão, vómitos (com excepção das fortes noites etílicas...), figadeiras e vesículas preguiçosas, nasci com uma pedra.
Em bom rigor, nasci com muitas outras, mas cá estou e ando. Sem queixumes, que la vida es una tómbola, tom tom, tómbola, de luz y de color. Adelante.

(Sim, eu tomo aspirinas como quem bebe um copo de água. E já tive alturas em que tomava 2 Bruffen 600, de cada vez. Dores de estômago? Nunca as conhecemos e continuamos bem com essa falha. E sem vesícula!)

29/07/2012

"O caos é uma ordem por decifrar"

Quando a lucidez pode doer tanto como a loucura e um dia será assim. Uma dor que ninguém entende... Sim, que a loucura dói. A nossa e a dor outros. Mas principalmente a dos outros, que ainda que loucos têm a lucidez plena e sabem bem o quanto nos dói. Para a frente, que para a frente é o caminho.

16/07/2012

Let Mother Nature do the rest

As coisas como elas são. 
Ontem, naqueles programas de elevada audiência televisiva nacional, onde o júri e apresentadores conseguem, de longe, ter mais pontos que os concorrentes - o comando é um "alternadeiro" e varia entre a SIC e a TVI -, A música foi esta. 
Tantas, tantas vezes a cantei. 
A par dos meus irmãos, obrigada C., és também a responsável pelo meu lado musical ecléctico. Te hecho de menos.

21/02/2012

Toda uma vida

Hoje não é um ano, mês ou dia qualquer. Parabéns Pais e Pai. É toda uma vida a caminhar. Obrigada por acreditar e mostrarem que o sentido existe.

24/12/2011

Loud and clear, as coisas simples como elas são!

Deixemo-nos de pretéritos imperfeitos e almejemos pela conjugação presente e futura fazendo com que esta época ultrapasse qualquer calendário e não fique cingida a 24 horas, mas que perdure sempre!

Boas festas, sem calendário!

22/11/2011

Verdades absolutas

Temos certezas - cada vez mais - que é nos momentos marcantes da nossa vida que procuramos os que mais queremos.
E são eles os nossos alicerces, aqueles que nos aguentam e dão força. Com e das formas mais simples. Sem imaginar que o fazem, a imensidão está mesmo aí.

18/11/2011

Superlativos

Perceber que não és capaz de dar tudo a quem tudo te deu é um passo de gigante por muito que nos doa. Mas é a vida. Irra para o chavão.

Tal qual como tratar do barbeiro que vai a casa. Não é um luxo, é um mínimo que pode ser feito. Do pé para a mão são máximos.

01/10/2011

Quando a alma fica farta e não se enfarta

Coisas pequeninas, mínimas as que ficam para sempre.
Estes momentos sublimes, de encanto e ternura - os que fazem algo por nós - são eternos.
Os teus "patum" ficaram algures em Bruges. Só as fotografias não se perderam.
Kika, temos de nos centrar na parte da tia-avó... Patum, é muito mais simples!

28/09/2011

Ronca? Atirem-me A luz!


"O farol de Aveiro ou farol da Barra é o maior farol de Portugal.
Fica localizado na praia da Barra, cidade da Gafanha da Nazaré, concelho de Ílhavo, distrito de Aveiro.
Foi, à data da sua construção, o sexto maior do mundo em alvenaria de pedra, continuando a ser actualmente o segundo maior da Península Ibérica, estando incluído nos 26 maiores do mundo.
É uma torre troncónica com faixas brancas e vermelhas e edifícios anexos.

Construído entre 1885 – 1893, foi projectado por um autodidacta que levou na maré os onze engenheiros que apresentaram plantas e maquetas. O farol da Barra, custou na altura, a quantia de 51 contos aos cofres do estado.
A escadaria é composta por dois sectores: o primeiro, com 271 degraus, é uma escada em pedra, em forma de caracol; o segundo, é uma escada metálica, com 20 degraus (actualmente com elevador).

A sua inauguração foi levada a cabo por Bernardino Machado em 1893, então ministro das Obras Públicas, quando este visitou demoradamente a região.

Esta notável obra do século passado, erguida à entrada da barra, passou a velar pela segurança da navegação que até aí não dispunha de um ponto de orientação. Sem o farol, as embarcações da época eram frequentemente atraídas para terra, devido à ilusão de afastamento, provocada por uma porção de costa muito plana com as primeiras elevações a grande distância do mar.

A principal fonte luminosa era obtida por incandescência do vapor do petróleo.
Só em 1950 o sistema iluminante passou a ser alimentado a energia eléctrica.

A principal componente do farol é a potente lâmpada, que projecta um feixe luminoso visível a 22 milhas náuticas de distância (cerca de 40 quilómetros)."

A Francisca, princesa Flor versão boneca Michelin da mais fina porcelena foi oficialmente apresentada. Olecas! São 271 degraus, até onde a vista alcança...

11/09/2011

Just because

Dez anos.
Silêncio, que o que foi não volta a ser mesmo que muito se queira.

12/07/2011

Coisas simples, estas


"O caminho faz-se caminhando..."

21/02/2011

Em loop, filmes de uma Vida

Não me cansa nada a vista e gosto particularmente desta vossa fotografia, a do dia a seguir a ontem, tirada no Luso. Muito menos ouvir a descrição pormenorizada de como foi, quem estava - quase ninguém, só mesmo vós - onde foi e as dificuldades sentidas, na oficialização do acto e da data. Não era e não foi fácil.
Desde 1926 que o dia de hoje é só teu e para sempre, aqui a Patareca, vai lembrar a tua imagem de muitas formas, até mesmo a tua cara de espanto quando te mostro estas coisas. "Oh, isso do computador, isso do computador, não percebo nada disso!". Mas sem dúvida que o jornal e as palavras cruzadas, o estirador e os rolos de vegetal, a pesca e o jardim farão parte do filme que tu tão destramente realizaste na minha memória.
Encontrei esta fotografia que te tirei em Julho de 2006, julgava perdida, tal e qual como a máquina. Erro, a máquina está perdida, mas as fotografias já tinham sido descarregadas. Agora fica mesmo aqui. No Imenso. Diz lá se os chinelocos cor-de-rosa não ficam um mimo? Ah pois ficam! E outra vez, Parabéns Pai!


17/01/2011

9 já cá cantam!


E a leveza com que eu seguro o pé quando estou sentada? Igual ao riso sentido quando espirro e a toda a graça que tenho em bater palminhas. Parabéns, Princesa Flor!