28/02/2009

As verdades e as mentiras

1. A minha iniciação no mundo automobilístico começou em grande. Chumbei no exame de código.
Mentira. Gosto de andar de carro, não tenho nenhuma aversão. "Tive" um acidente com 25 anos. Mauzinho, é certo, mas desde os 18 anos que acredito ser este o meu único Nunca! As pessoas nascem com qualidades e capacidades para muitas coisas. Conduzir, é, definitivamente, aquela que acredito não ter vindo nos meus genes... Nunca, em tempo algum me inscrevi numa escola de condução.
2. Quem me tira o mar, a música e o sol tira-me quase tudo.
Verdade. Music is my life, ou ainda não tinham reparado? E Aveiro, a Ria, o mar, os barcos, o bacalhau e a fauna! O sol? Bem, o sol nem se fala. As minhas sardas que o digam!
3. Bebi shots de absinto e aguardente logo de manhã, nas tascas da Cordoaria.
Verdade. A malta é uma maluca! Haja fígado, caraças! Os aquecimentos etílicos nos dias de festas académicas, as semanas da queima, os dias das reuniões da academia, começavam, também, nas tascas da Cordoaria. E o J. será o eterno culpado! Sim, porque eu até nem aguentava nada...
4. Utilizei uma vez o livro de reclamações. E foi num café do Mercado do Peixe.
Verdade. Perguntem-me porquê? Porque teimei que aquele café não tinha condições higiénicas! Teimei e teimei e teimei. E eram quase 6 da manhã quando parei com a teimosia. Mais pormenores? Não me lembro... Diz que foi uma noite bem regada, depois do 8 Graus e da Estação da Luz, ainda houve pachorra para ir depenicar alguma coisa ao Mercado do Peixe!
5. Subi o Farol de Aveiro a pé antes de ser proibido.
Mentira. A malta, quando nasceu, já não era possível subir o Farol. E as influências no Porto de Aveiro, há muito tinham acabado.
6. Fui expulsa de uma aula teórica no tempo da faculdade.
Verdade. Na aula de Economia I, com o Professor Simões Neto. Tudo porque eu e a Clara demos umas valentes gargalhadas. Não é justo! Eu adooorava aquelas aulas... Oh que pena, Luz, lá fomos nós!
7. Já fui ver um concerto a Alvalade charrada.
Mentira. Já fui a muitos concertos a Alvalade, já fumaram muitos charros mesmo ao meu lado. Já tive a minha altura dos amigos fozeiros que enrolavam hora sim-hora sim. Tudo isso aos 15 anos. Mas aqui esta alma, nunca foi ver um concerto charrada. E só travou conhecimento e contacto directo com as ditas substâncias, aos 24 anos... Duas vezes!
8. Já espetei um prego na mão quando o que queria era dar um murro na cara de um colega.
Verdade. Foi numa qualquer dessas muitas malucas e intermináveis noites da Queima, já em Matosinhos, no recinto. No meu 4.º ano. Ele tem a qualidade impressionante de irritar o mais pacato dos pacatos e consegue ser a pessoa mais ignóbil que existe. Ainda exerceu a profissão, mas depressa concorreu ao C.E.J.. Actualmente é magistrado numa comarca deste País à beira-mar plantado. Esperamos que nele, o tempo tenha produzido milagres. Acreditem!
9. Comi panados de língua de vaca sem o saber.
Verdade. Quem me conhece sabe que tudo, ou quase tudo que envolva mão de vaca, língua da mesma, orelha de porco e afins, no passa no passara! Só é que, nunca digas nunca, com excepção da carta, aquilo não passa mesmo, até ao dia em que comi, sem saber o que era. E... nem foi assim tão mau!

Resumindo, só a Vap acertou em todas, sendo certo que uma delas teve a minha participação directa, que não fui capaz de dizer não, não digo! quando ela me perguntou...

6 comentários:

A Senhora disse...

Eu não acertei nenhuma!!! KKKKKK

Mas foi uma delicia conhecer a agitada vida de Patrícia! :)

JM Coutinho Ribeiro disse...

E eu que a julgava de fazer aquelas coisas todas... :-)

JM Coutinho Ribeiro disse...

Já fiz a minha lista. Và lá espreitar :-)

Tia Brites disse...

Ou seja não acertei uma!

Vap disse...

Mesmo assim estou de Parabéns!

Patricia Lousinha disse...

Claro que sim, menina! Tal qual o Pedro, a Rita e o Carlos! :)