08/05/2013

It's a new dawn. It's a new day. It's a new life



Como diz a música, cá estamos nós outra vez!

20/02/2013

Uma vida. Fix you, sempre!

"A gente vive na mentira, já nem dá conta do que sente, Antes sozinha toda a vida que ter um coração que mente." O amor não é assim tão easy como nos embala a música, mas é o princípio, o meio e um dia será o fim de uma história. Depois de 4 anos e 3 meses de namoro, os Pais deram o nó e hoje celebram a data oficial de casamento. Cinquenta e nove anos. Parabéns e obrigada! Também pela lição de vida, porque nem tudo são margaridas.

13/01/2013

Os vivos, os mortos e os que andam no mar

Já Platão o dizia na obra inacabada.

Como o saber não ocupa lugar, cá fica registado o momento. Bom ano para todos, recheado de coisas simples. As que enchem a alma. Tal qual o S. Gonçalo. Amarante, Aveiro, Gaia, you name it.
Que o Santo é nosso e de todos!


"É com rufar dos bombos, tambores e caixas de guerra que os Mareantes do Rio Douro chamam as pessoas para prestar homenagem ao seu Santo percorrendo as freguesias de Santa Marinha e Mafamude onde se encontra com a comissão Velha e Nova da Rasa. Os Mareantes são um vasto grupo do qual fazem parte os Mordomos que transportam, durante a festividade, a imagem de S. Gonçalo (padroeiro dos barqueiros do rio), a cabeça de S. Cristóvão (padroeiro das gentes do mar) e um terceiro elemento encarna a figura de São Roque, já as Comissões Velha e Nova da Rasa transportam a imagem de S. Cristóvão e a cabeça de São Gonçalo. O S. Gonçalo está na rua. Esta festa não tem música, não tem coreto nem ornamentações, tem gente, muita gente devota que anualmente cumpre o ritual de acompanhar o Santo, que representa o ano novo que chega com a promessa de fecundidade. Festa antiga de raiz romana, cristianizada com o decorrer dos tempos, atrai milhares de populares, tendo como ponto alto o tradicional "beijo das cabeças" na Igreja de Mafamude, onde o S. Gonçalo deverá entrar de costas viradas para o altar sob pena de ficar ali retido até o ano seguinte.

O "beijo das cabeças", com as imagens que representam S. Gonçalo e S. Cristóvão. A festa invoca igualmente S. Roque, protetor dos antigos carpinteiros navais, representado no cortejo por um Mareante vestido de frade, erguendo alto o bordão e a cabaça. Na igreja de Mafamude, fazem-se as preces ao altar de S. Gonçalo para que o ano, que mal começou, corra bem para todos Cumprido o ritual, o público presente irrompe numa explosão de alegria e ouve-se a cantiga, quais palavras de ordem: "O Santo é nosso, o Santo é nosso o corno é vosso. E ele é nosso! E é, é, é!"

Que assim seja!

12/01/2013

Sleep in peace when day is done



I know you know what I mean

10/12/2012

A reter

No cansaço que é a vida, desistir é uma opção. Stay focus, please.

22/11/2012

Não de sempre, mas para sempre

Faz hoje um ano que iniciei uma nova etapa. Deste caminho que é a vida e que se faz caminhando. Em todos os sentidos. Já o sabia, porque aprendi e senti na pele, a não desistir. Resistir e acreditar, sempre! E por favor, se tem de ser dado um grito e um abraço apertado, façam-no. Que o eterno "depois" e o falso imaculado da promessa "um dia" num ápice e sem aviso prévio pode ser extemporâneo. Acreditem que esse vazio não passa mais.

20/11/2012

Cause every now and then, the stars align.

Há uma linha ténue, cada vez menos perceptível, se alguma vez a percepção conseguiu ser trigo limpo farinha amparo, que nos apresente o branco do preto sem margem para dúvidas em todas as fases e etapas da vida. Mas há. E é essa linha de fino traço, quase esbatido, que mal se vê, que me prende e segura. Todos os dias. Mesmo que de um momento para o outro, sem aviso ou sussurro, eu seja a Augusta que tem mais um irmão. O Zé, que nunca existiu. Só na tua cabeça eles existem. E eu sei que há momentos em que a linha vai. Mas volta. E ambos sabemos que ela sempre existiu. E que lá está. E é recordada. Porque ela volta. Nem que seja aos poucos. Nem que seja por momentos. Breves. Mas volta.

18/11/2012

Fado desfadado

A andorinha, por voltar quase sempre ao mesmo local onde fez o ninho e por possuir um único parceiro ao longo da vida, simboliza valores como a família, o lar, o amor, a amizade. Vários substantivos, um denominador comum. A fidelidade. Contrariando as regras da sensatez com o nunca voltes ao lugar onde já foste feliz, a andorinha é a simplicidade que voando nos faz lembrar de não esquecer. A lealdade.

10/11/2012

Nestum, concertos, carne e as coisas como elas são

Só sabedores e arautos da verdade... Isabel Jonet disse o que todos pensam. Assim como até Ana Jorge o fez, quando falou da sopa em casa. Ouvir com ouvidos de escutar, os badalados minutos na SicN, faz favor. E não esquecer que o trabalho da Isabel tem muitos, muitos anos. Quantos poupam água quando lavam os dentes? É básico, não é? Mas é sintomático e revelador de muito. Principalmente do espírito subjacente. O saber poupar e gerir.

30/10/2012

Sangue, suor, lágrimas e momentos eternos

Aqui fica neste imenso registado o sítio que tanta grandeza trouxe.
E o obrigada a todos. Principalmente ao Pedro, por ter acreditado que era possível transformar aquele espaço que do pó veio e hoje ao pó voltou.

Hoje foi o dia em que mais uma etapa, comprida, foi cumprida.
Com sangue, suor e lágrimas, qual fénix. Shall overcome!

16/10/2012

Insustentável leveza do som



 ... I told you to be patient, and I told you to be fine, I told you to be balanced and I told you to be kind ...

15/10/2012

Em loop, como o ar que respiras

És eternamente responsável por tudo aquilo que cativas.
Já dizia Saint-Exupéry

Faz por nunca o esqueceres. Nunca. Sob pena de nada nem ninguém te merecer.

05/10/2012

Todos os gostos e feitios, em todas as formas

5 de Outubro, não é um dia qualquer. É a República. É a bandeira de pernas para o ar. É a Marante, foi o Jobs. Foi e é isto.

Remembering Steve and think different!

03/10/2012

É por isto que cerro os olhos com força

A esta hora, Gaspar, o Ministro, fala.
A esta hora, boas e más notícias pululam.

A I., oficiosa, que começou com um simples divórcio e ficou uma cliente assídua, cumpridora, não dá um espirro sem recorrer ao devido conselho da advogada.

Nem só más novas traz. A mais recente foi a parte laboral, tratada em Julho.
Mas a I., uma lutadora a sério, arranjou emprego e começou esta segunda-feira.
Fez questão de vir dizer. Sem necessidade nenhuma, só por estar contente: "estou feliz, queria apenas partilhar isso com a Dra!", disse.

São também estas coisas que dão alento e me deixam acreditar.

Send me postcards

É tão very much so... Abençoada RTP 2, que nos trazes também isto.

30/09/2012

As coisas como elas são

Roubo e furto. A diferença está na violência, Srs. A violência.

28/09/2012

Do outro lado da máquina

Eyes wide open, que nem tudo o que parece é. E como em tudo, há sempre o outro lado. A ver aqui. Medo, ou talvez não... Juízo! Obrigada Maria João :)

18/09/2012

Do dia

Descarnar: v. tr. 1. Deixar (os ossos) a descoberto (tirando a carne). 2. [Por extensão] Deixar (o caroço) sem polpa. 3. [Figurado] Escavar, pôr a descoberto (a raiz de um dente). 4. Emagrecer. Descarnar, descarnar como se não houvesse amanhã. É o que me assiste. Dói? Please don't ask...

16/09/2012

Coisas

Gosto da ignorância. Faz-nos crescer e aprender. Não gosto de quem tenta parecer burro. A chamada ignorância encapotada.

Num contínuo surgir e retornar

O tão contestado BOA, sim o Boletim, tem algo de positivo. A parte da Memória.
Que nos faz lembrar de não esquecer que nada é eterno e sem mais nem porquê, ruma a outra dimensão. 
Sem aviso prévio. 
Boa viagem, Anabela.