Férias, substantivo feminino, do Lat. ferias, que no plural significa dias de suspensão dos trabalhos oficiais; folga; descanso, repouso.
Há muitas formas de descanso, sem dúvida. Entre aqueles mais comuns e que todos nós gostamos de ter, o solinho, a água do mar, a ausência de horários, as mudanças de vistas em todos os sentidos, mantenho, desde quase sempre o hábito de fazer e ter férias acompanhada de livros e filmes que já li e vi a par de outros completamente novos para os meus sentidos. Por isso quero ver e rever, ler e reler:
A sombra do vento, de Carlos Ruiz Zafón. Porque o folheei na FNAC e prendeu-me na leitura. Porque se passa em Barcelona e porque teve a sua graça ler ler o post Luz nos Dias Úteis do Pedro Ribeiro.
A memória dos Bacalhoeiros, do Capitão António Marques da Silva. Porque fala do mar. Da pesca de bacalhau da Terra Nova. Dos barcos e das memórias dos "pequenos mundos de madeira". E de Aveiro, claro.
Voltar a ler O Riso de Deus, de António Alçada Baptista. Porque é um dos autores portugueses que mais gosto.
António Victorino D’Almeida Conta 50 Anos na Música a Paulo Sérgio dos Santos Porque me foi oferecido e nunca tive o devido tempo para o ler como deve ser. E porque o prefácio tem a caneta da Ana Dinger. Só isso já basta.
Shrek, O Terceiro, Tudo sobre a minha Mãe,
Rapariga com brinco de pérola,
Os condenados de Shawshank,
Traffic, ninguém sai ileso,
Chocolat.
Ao contrário das letras as imagens serão, quase todas, para rever.
A nata da nata é o DOT.COM.
Um filme de Luís Galvão Teles, filmado em Dornes.
Também por isso e mesmo sem o som da banda filarmónica da Frazoeira, com Vossa licença, que a sessão começa dentro de momentos!