27/11/2007

Ora diga lá 46%

46%How Addicted to Apple Are You?

Tulsa Dating


Via as Pulgas do Cão, do Pedro, cheguei a este belo resultado.
46%. Ai que normais e equilibradas que nós somos Maria Patrícia!
Quase aposto que esse equilíbrio se perderia caso se tratasse da minha paixão ao quadrado...

26/11/2007

O.A. - Eleições

Sim, eu sei, devia estar a ver o debate de hoje, na RTP-N, com os 4 candidatos.
António Garcia Pereira,
M J de Magalhães e Silva,
Luís Menezes Leitão,
António Marinho Pinto.
O debate começou às 22.30, mas os prazos, os prazos Senhor, têm destas coisas... E não gosto de ver este tipo de debates sem ser do início. É como os livros. Se começamos a ler a meio a interpretação terá, quase sempre, um sentido diferente.
Por isso, esperaremos, calma e serenamente, pela repetição.
Abençoadas repetições, neste caso, da RTP-N.

O.A. - Eleições

E entramos na recta final.
A cinco dias da contagem de votos, sim, porque já muitos votaram por correspondência, o ar começa a ficar, ainda mais pesado e a ter alguma diferença para todos aqueles que ainda não o fizeram.
Aqui fica a notícia de sexta-feira, no DN, onde a vantagem na liderança da corrida à Ordem pertence a Marinho Pinto.
Curiosamente, o estudo favorável a Marinho Pinto foi encomendado pela candidatura de Magalhães e Silva...
Este ano e pela primeira vez, quem vota por correspondência, terá de certificar a assinatura.
Espero que esse tipo de contagem seja feita. O número de votos nulos e o porquê...

24/11/2007

By the way


Nunca fui fanática pelos Madreddeus. Mas sim, tive a minha fase de os ouvir, que tive. Sazonalmente ouvia Madredeus. Tal como o Rock in Rio Douro, dos GNR. Era a altura em que eu e a Eduarda sabíamos as letras todas de cor e salteado, para a frente e para trás. Era a altura da suposta irreverência, em que se fumava escondido da Mãe e se saltava, pulava e se ria até ao Sol.
Era a altura de beber sem cerimónia o chá à sombra das palmeiras do jardim Oudinot com longas conversas sobre tudo e em relação a quase nada. E tudo com pronúncia do Norte em terras de Aveiro.
E foi a altura em que eu tive a certeza que um dia, sim, um dia, seria capaz de tocar violino. O que não faz ouvir vezes sem conta o violoncelo do Francisco Ribeiro, n' O Pastor...
Toda esta verborreia para dizer que La Serena, da Teresa Salgueiro & Lusitânia Ensemble, também vale a pena.
En la mar hay una torre,
En la torre una ventana,
En la ventana hay una nina
Que a los marineros llama.

JP Simões

O youtube nem sempre ajuda, nem sempre é amigo, por isso fica,
assim e aqui desta forma.
Eu bem dizia que o 1970 do JP Simões seria o próximo. E não me enganei. A dificuldade foi mesmo encontrá-lo. Fnac? Exacto. Para meu espanto, encontrei-o no sítio mais improvável. Na Worten, do Vasco da Gama. Já cá toca.
E ainda há quem diga horrores da Capital... Ai a lei da gravidade!

23/11/2007

A geografia em todos os sentidos

Depois de ouvir o Pessoal e Transmissível da T.S.F, do passado dia 15, percebo a frase peremptória e típica do "Ah, tu és do Porto", dita por quem não é de cá.
Mario Barreiros foi o convidado.
Aqui, para quem não ouviu.

22/11/2007

Diz que é uma espécie de Português

"... portanto, é falso esse documento! Está assinado pelo Presidente da Câmara. E ele, ele como é da Junta, foi ali um compilôte entre os dois!..."

20/11/2007

Olha a novidade...

Funcionários da antiga Direcção-Geral de Viação alertaram que há milhares de multas em risco de prescrever. E porquê? Por estarem encaixotadas há meses em delegações de todo o país, mas fonte governamental contrapõe que só prescrevem ao fim de dois anos. Essa fonte nem deve ter reparado que já antes, bem antes de terem as DGV's sido extintas, havia multas prescritas. Muitas. Bastantes.
Ora, não estavam encaixotadas, tinham ou estavam a prescrever e até havia delegações a nível nacional, o que será agora, que está tudo concentrado em Lisboa, na Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.

Abominável Mundo Novo

Mais de doze horas passadas numa urgência de hospital, no "novo"
Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, fazem-me dizer mal das evoluções, das obras, das ampliações e da falta de pessoal nos mesmos. Auxiliares, administrativos, enfermeiros e médicos incluídos.

Principalmente quando somos nós que temos de socorrer o doente e ajudá-lo a entrar nos gabinetes e salas de exames e a fazer aquilo que não é a nós, utentes, que compete.
E fazem-me voltar a pensar que a frase "o serviço público de saúde é uma lástima", eu que tinha deixado de pensar que assim era, volta a ter razão de ser.
Se a isto for somado um dia de chuva sem parar e urgências que teimam em existir em "contentores", temporariamente dizem, "isto é temporário", só temos mesmo vontade de mandar tudo à fava e deixar de acreditar no "um dia isto melhora".
Só consigo mesmo ter esperança nos Bombeiros Voluntários de Coimbrões.

18/11/2007

As realidades como elas são

Ontem foi dia de eleições no meu Boavista. Dos 16.200 sócios, votaram 2114. Foi o fim da dinastia Loureiro. Em relação a isso e ao papel que teve à frente do Clube, do meu Boavista, a minha paixão ao quadrado, o Dr. Loureiro disse uma presumível verdade.
Uma daquelas frases que nos deixarão a pensar. "O tempo fala mais que qualquer outra coisa".
Pergunto-me se estaria a pensar nos novos prazos de processo penal...
O Sr. Eng.º Joaquim Teixeira, aquele que foi eleito, candidatos únicos têm destas coisas, com garra e convicção afirmou que Pacheco continua e que vai "trazer o clube à sua realidade".
Pergunto-me se estará bem a ver qual é a realidade e se "incoerência de opções" lhe diz algo.

Ah, é verdade. Eu não fui votar.

17/11/2007

Dream on Girl

Rita Redshoes integra desde 2003 a banda de David Fonseca. Dream on girl, que para os mais desatentos e duros de ouvido, passa várias vezes na Antena3 e T.S.F..
É um vício e está em repeat aqui na maçã. O senhor que se segue, palpita-me, e eu gosto de palpitar nestas coisas, será o JP Simões com o seu 1970.

15/11/2007

E assim vai o mundo

Estes últimos tempos têm sido uma azáfama. Esta qualidade do tempo é-me particularmente grata... E a vontade não tem ajudado. O frio também não. Só problemas, só problemas.

Hoje há Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal e eu devia ter ido para colocar o eterno problema do passeio da minha casa que foi "destruído" com as obras na 222.
Agora que cheguei a casa, não tenho coragem de sair. Não é preguiça, que não é. É mesmo frio.

Ontem, dia 14, foi inaugurada a Biblioteca da Delegação da Ordem dos Advogados, de Vila Nova de Gaia. Seguiu-se uma conferência subordinada ao tema «O Simplex Urbanístico» - Lei 60/2007, de 04 de Setembro. Foi orador o Dr. Monteiro da Rocha, Mestre em Direito e Advogado.
A Biblioteca está de portas abertas para ser visitada e "usada" por todos e o Simplex Urbanístico vai ser um espanto... Só "barracos" que ficarão legais. Só livros de obra informáticos. Nada de papéis. Esta Lei 60/2007 ainda vai ter muita tinta, perdão, betão armado, a ruir. E ainda voltarei ao tema.
Como disse o orador, é um assunto que merece um ciclo de conferências e não uma apenas.

No sábado, dia 10, foi a vez do "Novo Regime dos Recursos em Processo Civil". O conferencista foi o Dr. Paulo Pimenta, Advogado, Mestre em Direito e Docente Universitário. Foi um sucesso, dizem-me, e eu, que não duvido de quem mo diz e muito menos duvido do conhecimento e capacidade oratória do Dr. Paulo Pimenta, só posso lamentar que motivos de força maior não me permitissem estar presente. Mas amanhã, pelas 21.30, no Museu Nacional Soares dos Reis, não faltarei!

Hoje, tivemos a apresentação da Candidatura Independente ao Conselho Superior da O.A., liderada pelo Dr. José António Barreiros seguida de uma breve referência às mudanças legislativas em processo penal. Mais uma das várias mudanças legislativas com que temos vindo a ser brindados... Ainda para mais quando são publicadas em tempo de férias, férias que estão agora mais curtas, pelo 2.º ano, como todos sabem, e com uma vacatio legis tipo "é aplicar para ontem".
Nunca tinha "ouvisto" o Dr. António Barreiros. Sim, que uma coisa é ler, outra é ver no monitor da televisão. Gostei bastante. Tive pena que o tempo fosse escasso, pois tenho a certeza que ficaríamos ali a ouvi-lo como se não houvesse amanhã. E tive também pena, eu ando cheia de penas, caso não tenham reparado, que a Dr.ª Nicolina Cabrita não o tivesse acompanhado. Tenho dito!

Antes de terminar estas linhas, sim, que a 15 dias das Eleições da O.A. os eventos, palestras, conferências e debates são muitos, mas o que uma pessoa quer é mesmo isso "pois que da discussão nasce a luz" (reparem como não fiz nenhuma graçola...) e nós não gostamos de opacidades, uma breve nota para o único debate entre as duas listas concorrentes ao C.D.Porto, que ontem teve lugar na Delegação de Paredes, e durou até à uma da manhã. Esteve muito bem o Dr. Guilherme Figueiredo. E sim, uma vez mais, nós não gostamos de opacidades. A transparência fica bem em tudo. Ainda mais quando estamos a falar de eleições na e para a Ordem dos Advogados.

Não gostei de ouvir do Dr. Resende Neiva coisas como, "porque nós aqui não riscamos nada" (referindo-se ao peso, parco, que o CDPorto tem). Isto tudo porque nós "somos só 7.000 inscritos" e, mais uma vez, alguém questionou, porque razão a Ordem não foi mais incisiva e tenaz na oposição a esta inundação de mudanças legislativas. Pergunto-me, então, porque se candidata. Apesar de saber, palavras do próprio, que lhe disseram "Tu és o homem".
Ah! Já me esquecia. A candidatura do Dr. António Vilar a Bastonário, nestas eleições. Um mês depois de ter estalado a polémica, as dúvidas foram desfeitas: António Vilar não vai recorrer da decisão da Ordem dos Advogados, que não aceitou a sua candidatura a bastonário por ter apresentado assinaturas autenticadas por fax. Temos pena. Apoiando-se ou não, concordando-se ou nem por isso, vivemos em democracia. E num país democrático que cada vez mais parece estar longe da plantação à beira-mar, cheio de simplex's, habilus e recurso aos meios informáticos não parece de todo coerente e justo permitir que uma candidatura "morra" assim desta forma. Mas isto sou eu a dizer que até nasci em plena democracia. E todos nós sabemos que as mortes eleitorais são como o bacalhau. Que tal como aquele têm 1001 maneiras de serem cozinhadas.
Last, but not least, um aviso para quem esteja mais distraído e opte votar por correspondência. Pela primeira vez quem assim decidir exercer o seu direito é favor não esquecer de enviar a respectiva assinatura certificada/autenticada. Caso contrário o voto será considerado nulo. É como o anúncio, não tem certificaçãozinha não há votozinho…

11/11/2007

Porque sim, ora!

Há coisas que não se explicam. Nem mesmo eu e logo eu que quase sempre tenho uma teoria para tudo. Encontrar explicação. Nem uma luz, luz não irra, nem um farolzinho de teoria que explique esta minha paixão em ser do Boavista.
Sou boavisteira porque sim, tal qual a idade parva das perguntas e dos porquês e logo aquela que vem quase a seguir. A dos "porque sim", se bem que comigo é mais "porque sim, ora!". Eu sou boavisteira porque o Bessa foi o primeiro estádio onde entrei para assistir a um jogo de futebol. Estava no meu segundo ano da Faculdade e convidaram-me para ir à bola. O meu Boavista recebia em casa o Sporting. Estávamos a meio de um ano lectivo que trouxe ainda mais amigos adeptos de clubes "diferentes" e "menores". E o grupo, era eclético, que o era. E é. Havia portistas, o Paulo Rangel, Sportinguistas, a Filipa Calvão e Boavisteiros, claro, o Azeredo Lopes e o Nuno Pinheiro Torres. E o Prof. Azeredo, estava empenhado em aumentar o número de adeptos pretos e brancos, axadrezados, ou remendados, como os portistas têm gosto em rotular (depois estranhem ouvir o que ouvem relação a Vós, oh almas, azuis e brancas). E eu, que sempre gostei de novos desafios, mesmo que esses significassem ir para o meio da confusão de um jogo de futebol ao domingo, e até era uma portista, triste, cabisbaixa, com o que se ouvia em relação ao clube (sim, já sei, agora vem a piada de que mudei de cavalo para burro seguida da piadola que mudei para o clube dos meninos bem aqui do Porto. Porque o de Lisboa todos sabem que pertence ao Sporting e ao Belenenses), lá fui. Lá fomos. E aqueles 90 minutos fizeram toda a diferença (não, não teve nada a ver com a jantarada que se seguiu, sim, que eu não me movo só por comida!). E o Boavista ganhou! E foi lindo! Foi tão lindo! E eu vibrei mesmo com aquele espectáculo . E mesmo que tivesse perdido eu teria vibrado. E porquê? Porque sim! E assim tornei-me sócia do Bosvista. Lembro-me que na semana seguinte, estava a entrar no Gabinete da Biblioteca Paraíso, Gabinete de Estudos Internacionais, e lá estava ela, a minha proposta de sócia, para o Boavista, devidamente assinada pelo Prof. Azeredo. Ainda me lembro como ficou contente em ter conseguido mais um adepto. E não, não fui coagida! A cadeira estava feita, há muito, e a nota devidamente lançada. Foi com gosto que forneci os elementos que faltavam na proposta. Foi mesmo. E assim foi. Era sócia do Boavista, do meu Boavista. Porque sim, porque é o "dono" do primeiro estádio onde entrei para assistir a uma partida de futebol. E eu sou assim mesmo, defendo a casa mesmo que a casa pertença a pequeninos e fracos. Não defendo porque são grandes, ou porque ganham.
Defendo porque acredito, independentemente de tamanhos, números, resultados ou taças. Mas esta sou eu. É a minha sina. "Os fracos e oprimidos", como diria a C.. Ela que o diga, que não me deixou ir sozinha para a A.M.I., naquela que foi a minha fase do voluntariado, a fase de querer partir em missão para África. Mas isso são outros futebóis... Adiante.
Toda a gente sabe e eu sou a primeira a admiti-lo, como se preciso fosse, que não percebo puto de futebol. A única coisa que sei é que futebol é uma questão de paixão. Não tem lógica, não tem razão científica. Também por isso sou do Boavista. E do Beira-mar. E do Olhanense. E do Leixões. E da Selecção Nacional.
A única coisa que tenho a certeza é que não percebo puto de futebol e que só sei dizer se gosto, ou não, de ver uma partida de futebol. Se bem que, em bom rigor, gosto mesmo é de ouvir o relato na rádio. Porque sim, ora! E quer ganhe, ou perca, a minha equipe, gosto de saber, ouvir, ver, que marcou golos. E mais que um...
Por isso hoje, depois de 10 jogos nesta jornada sem nenhuma vitória, depois de todos os escândalos que se passam no Boavista, a uma semana de eleições para a "nova" Direcção do clube, depois de ver que os jogadores do meu Boavista são efectivamente, que o são, números e são tratados como carne na montra de um talho, preparada para ser retalhada e vendida, depois de perder na Luz, por 6-1, continuo a dizer que não há mesmo lógica nenhuma, nisto da bola. É paixão, pura. Claro que fiquei triste por perder na Luz. Claro que foi uma abada monumental. É um facto.
Mas se tivessem perdido tipo 10-6, palavra que já não estaria tão desencantada. Sim, porque para mim, a beleza da bola, o futebol espectáculo, é isso mesmo: resultados gordos, com muitos golos. Independentemente de se perder. Razão, teorias, justificações, lógicas, não temos. É assim, porque sim, ora!

10/11/2007

The day after

O São Martinho foi ontem. Houve Sol, para dar e vender, de Norte a Sul! Apesar do frio, que estava frio, ai ai que estava. Tipo um calor esquisito, pronto!
Mas correu tudo muito bem. Muito, muito bem.
A Débora já é uma Senhora Dona Gaja, e a Rita é, oficialmente, Mestre!
Eu, nem percebo bem porquê, mas estou com uma ligeira dor de cabeça...
Com licença que vou tomar mais um café com casca de limão e mais duas aspirinas!
Ah! Tu encanzinas toda e qualquer hipótese de reportagem fotográfia, Débora Lúcia. Sim, perdi o raio da máquina "descartável" que comprei, propositadamente, para "registar" o Dia...
Aguardamos, ansiosas, notícias do J. e do Nuno Lopes. Nuno, esse grande fotógrafo e futuro subscritor d' O Correio dos Outros!

08/11/2007

All that glitters

Amanhã, o dia será ainda mais radioso. Será, ainda mais brilhante.
Para duas pessoas distintas, mas que para mim têm o mesmo nível e grau de importância, a Débora e a Rita, aqui fica a lembrança. Para que esse Dia não caia no esquecimento e fique, tal como elas ficaram e são - Imensas, Para Sempre e Sem Fim -, na minha vida.
A escolha deste Stay, Faraway, so close não é despropositada...

Sempre disseste que entrarias na Igreja ao som dela, Débora Lúcia! Amanhã vou sorrir quando estiver a olhar para a tua entrada.

E para ti, Rita Adalgisa, pois moi même, embora fisicamente não possa estar na Sala dos Descobrimentos, a deliciar-me com a tua tese, estarei tal como a música. Em pensamento. Faraway, so close.

Que seja para as duas um dia ainda mais luminoso. Com a vossa luz própria. Aquela que têm e tão bem emanam em todos os sentidos e direcções.

04/11/2007

O drama das vitaminas

Fosse o amargo dos limões que nos fica na boca tão doce como esta música no ouvido nos soa.
Só problemas, com as vitaminoses...
Foundations, Kate Nash