23/07/2005

Hermengarda

Dizem que um amigo dura para sempre.
Para sempre parece uma eternidade e nós bem sabemos que nada, mas mesmo nada, é eterno. Talvez seja a regra e como toda a regra terá sempre uma excepção. E a excepção serão, acredito, os sentimentos. Esses sim, são eternos. Talvez por não serem palpáveis.
Tenho por ti, como bem sabes, um sentimento puro, genuíno. Verdadeiramente sentido. Quase desde o primeiro insante.
Somos iguais em muitas coisas, parecidas em algumas e diferentes noutras tantas.
Abençoadas diferenças! Como nos damos bem com as nossas diferenças...
Nunca e Sempre são palavras que aprendi o quão evitadas devem ser. E todos os dias, mesmo sem o querer, há sempre alguma coisa que faz questão de não me deixar esquecer esse ensinamento.
Mas, e porque há sempre um mas, digo-te, com toda a certeza que me conheces, que para sempre estarei aqui. E tu aí.
Por isso só posso dizer obrigada por teres estado aí. Obrigada por estares aí.
E já agora, Hermengarda, nunca te esqueças dos teus romances, aqueles que falam do amor com palavras tão bonitas que, às vezes, nos fazem esquecer a barbárie humana...
Nós, continuaremos aqui.

19/07/2005

...

O stress do fim do ano judicial, a anormalidade da existência do artigo 214.º, n.º 1 do Código de Processo Civil, a possível prescrição de direitos, são coisas tramadas e que revelam uma incompatibilidade com as actualizações da escrita no blog.
Esta verborreia toda para dizer: raios para os prazos!